Mudança residencial sustentável: dicas para reduzir o impacto ambiental e economizar

Sabia que dá para fazer um pouquinho pelo planeta mesmo quando você vai mudar de casa? Planejar uma mudança residencial sustentável ajuda a minimizar sua pegada de carbono e, de quebra, ainda economizar. 

Neste artigo você encontra algumas dicas práticas e simples para reduzir o impacto ambiental sem prejudicar a organização, a eficiência e o seu bolso. Boa leitura.

 

1. Comece pelo planejamento 

Para garantir uma mudança residencial sustentável é preciso se planejar. Você pode começar fazendo uma lista do que será levado para a casa nova e o que não vai, principalmente móveis e eletrodomésticos.

Aproveite também para visitar aquela parte dos armários onde ficam os itens que poderiam ser descartados, ou seja, roupas de inverno que você nem lembra que tem, fotografia sem valor, livros, lençóis e toalhas antigos, utensílios de cozinha e outros objetos que estão lá guardados e não usados há muito tempo.

Ao reduzir o número de coisas que serão transportadas, você também diminui a quantidade de insumos que serão usados no transporte, como caixas, plásticos e fitas adesivas. Além disso, também poderá economizar no transporte e nas embalagens. 

 

2. Pesquise embalagens com menor impacto ambiental

Usar uma grande quantidade de materiais para embalar suas coisas é o maior vilão de uma mudança residencial sustentável. Por isso é importante escolher embalagens que possam ser usadas mais vezes.

As caixas de papelão são sempre uma boa opção, e você ainda pode optar por material reciclado ou buscar um tipo que seja reutilizável. 

Dica prática: utilize também malas e mochilas para acomodar suas coisas, vale pedir emprestado para os amigos e parentes. Caixa plásticas organizadoras com ou sem tampa que você já tem ou que poderão ser utilizadas posteriormente também são uma boa opção.

Uma observação importante é que objetos de valor e documentos devem receber uma atenção especial e permanecer sempre com você. Guarde-os em uma bolsa ou caixa e certifique-se de que eles não sejam levados junto com a mudança geral. 

 

3. Procure materiais reutilizáveis

Supermercados e lojas são bons lugares para procurar caixas que podem ser reaproveitadas. Também vale a pena perguntar para as pessoas do seu círculo social se alguém tem material de embalagem que possa emprestar. Dessa forma, você cria um círculo virtuoso de reutilização desses recursos, evitando o desperdício.

Dica prática: é comum embalar itens frágeis com plástico bolha para evitar que eles se quebrem durante o transporte. Contudo, se o objetivo é adotar práticas sustentáveis – e economizar – , você pode aproveitar as toalhas de rosto, banho e mesa, panos de pratos, lenços, roupa de cama e até camisetas para forrar as caixas e envolver as louças ou outros objetos delicados.

 

4. Dê atenção aos móveis e objetos de decoração

Depois de ter feito a lista do que será levado para a casa nova ou não, vale a pena repassá-la com cuidado. Afinal, alguns móveis que você já tem podem ainda ser úteis ou, quem sabe, ganhar uma nova função ou render um momento de criatividade e lazer realizando sua restauração.

Outra boa opção é comprar peças em brechós, antiquários e lojas de móveis de segunda mão. Dessa forma, você contribui para aumentar a vida útil dos objetos reduzindo o impacto ambiental.

Contudo, se você realmente quiser ou precisar comprar algo novo, procure por produtos cujas empresas estejam comprometidas com boas práticas ambientais ou que utilizem matéria prima sustentável, como madeira de reflorestamento ou bambu.

Se a opção for por madeira nativa, verifique se ela tem o selo do Conselho de Manejo Florestal (FSC – Forest Stewardship Council) que fiscaliza a extração. Todas essas ações ajudam a incentivar os fabricantes a buscar maneiras mais sustentáveis de produzir, além de reconhecer quem já incorporou essa mentalidade no seu negócio.

Dica prática: procure por anúncios de pessoas que estão vendendo tudo porque vão se mudar para outro estado ou país. Essa também é uma ótima opção para conseguir móveis e eletrodomésticos em bom estado e economizar. Aliás, você também pode vender os seus em sites próprios ou nas suas redes sociais.

 

5. Descarte o que você não quer mais de forma adequada

Quando estiver organizando e embalando as coisas procure já separar o que vai para descarte, doação e vendas. Aquilo que vai para o lixo deve ser separado, para que objetos que podem ser reciclados não acabem em aterros sanitários junto com o lixo comum.

Roupas e sapatos com pouco uso e de qualidade podem ser vendidas em brechós especializados e ainda render uma graninha. Aproveite também para fazer uma boa ação fazendo doações para asilos, creches, orfanatos e igrejas.

Dica prática: algumas instituições facilitam a sua vida e retiram os objetos a serem doados, como o Exército da Salvação ou as Casas André luiz. Lembre-se que para manter o propósito de uma mudança residencial sustentável é melhor escolher uma entidade mais próxima de você.

 

6. Pense na melhor forma de fazer o transporte

Muitas vezes, na expectativa de economizar as pessoas escolhem um veículo subdimensionado e precisam realizar várias viagens e isso pode ter um impacto no consumo de combustível. Por isso, vale a pena consultar uma transportadora de mudança que poderá indicar um caminhão de tamanho adequado.

Pesquise também se a empresa utiliza veículos que estejam de acordo com as normas de emissão de gases poluentes e consumo de combustível. A Garantia Mudanças pode ajudar você a planejar uma mudança residencial sustentável. Entre em contato conosco e conheça nossa proposta.

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